Alguns blogs potiguares insinuaram nos últimos dias que o candidato a governador pela direita poderia ser Styvenson.
A substituição do pré-candidato ocorreria após a desistência de Rogério Marinho, que tenderia a ser um dos coordenadores da campanha de Flávio Rachadinha à presidência.
Das duas uma: ou é cortina de fumaça ou é total falta de capacidade analítica.
Qualquer analista médio constata que Styvenson jamais será candidato ao governo.
Ele não tem capacidade para participar de debates, não sabe lidar com pressão (com exceção da relativa à prisão de perigosíssimos bêbados) e não sabe negociar sem gritar ou humilhar. Em suma, não suportaria uma campanha para o governo e, caso eleito, não aguentaria a pressão sem que a sua veia de peculiar diâmetro rompesse finalmente a pele da face.
Será candidato a permanecer no céu sem morrer, ou seja, no Senado, sem precisar de debates, de muitas negociações e onde, caso eleito, poderá voltar a esnobar e tratar mal prefeitos durante a primeira metade do mandato.
E infelizmente é grande favorito a uma das vagas, dentre outros motivos, pelo medo que inexplicavelmente parte da esquerda tem do embate político direto.