Por Daniele Amorim, do DCM – O próximo Plano Safra, conforme anunciado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, vai estimular a produção de alimentos básicos no Brasil e formar estoques públicos para garantir o abastecimento nacional diante de adversidades climáticas.

Essa estratégia inclui a implementação de contratos de opções para produtos como arroz, feijão, trigo, mandioca e milho, proporcionando aos produtores segurança em relação aos preços de mercado. A iniciativa também busca diversificar regionalmente a produção agrícola, reduzindo a dependência de determinadas regiões e mitigando os impactos de eventos climáticos extremos.

Além disso, o governo pretende ampliar a adesão ao seguro agrícola, oferecendo estímulos como taxas de juros mais favoráveis para os produtores que participam do Plano Safra.

Essas medidas visam aumentar a resiliência do setor agrícola diante das mudanças climáticas, promovendo práticas sustentáveis e tecnologias inovadoras, como a cobertura verde contínua e o programa de conversão de pastagens degradadas. Ao recuperar áreas degradadas, o Brasil busca ampliar sua produção de forma sustentável, sem necessidade de expandir o desmatamento, fortalecendo assim a segurança alimentar e ambiental do país.

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