O “não jornalismo” atingiu seu ápice em Natal.

Nem a tragédia dos alagamentos na Zona Norte comovem mais os veículos de mídia, que seguem em silêncio para não desagradar Painho.

Nas manchetes, só o show de Wesley Safadão — sem dizer, é claro, que custou 1,2 MILHÕES DE REAIS.

Em Natal, jornalismo se faz com mordaça.

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