
Pré-candidato a deputado, Ériko Jácome segue na dianteira pelo título de pior presidente da história da Câmara de Natal.
Nunca a Câmara teve uma gestão tão sem comentado, tutelada pelos interesses pessoais de vereadores em primeiro mandato, amedrontada diante da cobrança do consórcio de mídia paulinista.
Uma fonte com livre trânsito na política potiguar fez a seguinte afirmação ao blog: “Paulinho escolheu Ériko de propósito, pois sabia que na prática seria ele, o prefeito, que mandaria na Casa. Paulinho não queria um presidente que tivesse poder de barganha como ele teve quando comandou o Legislativo durante a gestão de Álvaro Dias”.
Ériko tornou-se uma espécie de Hugo Motta: sumido, aparece quando pressionado publicamente apenas para “dizer que manda”, mas na prática não tem comando nenhum.