Extremamente crítico em relação ao governo federal, Faustino sempre foi ameno em relação aos absurdos da gestão de Natal — mesmo sendo vereador, e não deputado.

O motivo era simples: Painho Freire seria fundamental para que Faustino conseguisse disputar o cargo de deputado federal pelo União Brasil.

A paternidade político-afetiva, porém, perdeu razão de ser quando José Agripino demonstrou que quem manda no União Brasil é ele, negando publicamente a anuência com a mudança de partido solicitada pela primeira-dama Nina.

A esta altura, agradar Painho Freire já não adianta muita coisa.

Faustino vai ter que agradar mesmo é Painho Jajá.

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