O Potiguar – momento de forte pressão, com filas e ocupação além da capacidade em várias salas de atendimento, segundo relatos de profissionais da rede pública. Em unidades como a UPA Esperança e a UPA Satélite, setores destinados a casos mais graves e de estabilização ficaram cheios ao ponto de utilizar espaços improvisados para acomodar pacientes, enquanto ambulâncias do SAMU tiveram dificuldade para liberar macas e voltar às ruas para novos atendimentos.
A consequência desse cenário tem sido uma situação considerada crítica tanto para usuários quanto para servidores, que enfrentam dificuldades para manter o fluxo regular de atendimentos diante da alta demanda. A superlotação reflete um momento de fragilidade no sistema de urgência e emergência da capital potiguar, exigindo atenção redobrada das autoridades de saúde para organizar recursos e ampliar a capacidade de atendimento.