Na última semana, um cacto vindo dos confins do sertão revolucionário potiguar tentou, sem sucesso, atear fogo na Estátua do Imperialismo erguida no estacionamento da Havan de Natal.
Descoberta a autoria da conduta, o Véi da Havan — que disse que ia embora do Brasil com a vitória de Lula, mas arregou — passou a perseguir publicamente a planta xerófita.
O contra-ataque da natureza veio rápido — no dia de hoje, 15, a Estátua do Imperialismo de uma loja da empresa Havan despencou em Guaíba, no Rio Grande do Sul, devido a fortes rajadas de vento.
A natureza, tão atacada pelo imperialismo representado pela estátua de péssimo gosto da Havan, finalmente começa a reagir.